sábado, 9 de dezembro de 2006

Ups!

Hoje fui ao centro da cidade comprar umas coisas que precisava para a casa, quando entre musicas de natal, ruas iluminadas e milhares de pessoas vagueando com sacas me apercebi que o Natal está à porta.
Tenho estado tão absorvida a tentar descobrir como é que eu, os meus pais, os doces, as prendas e as malas vão caber no meu estúdio, que ainda não comprei prendas de Natal para ninguém, ups!

sexta-feira, 8 de dezembro de 2006

"THE HOLIDAY"

Fui ao cinema (desta vez tive a companhia de uma amiga) ver o The Holiday. Sim é o típico filme de quadra natalícia, que sem ser uma obra brilhante, está bem conseguido, original e dispões bem, principalmente depois de um dia de trabalho. Além disso agrada a gregos e troianos porque se as meninas são bonitas, nós temos um Jude Law melhor que nunca, mais real, sexy e (abençoado seja) menos loiro.
O filme faz rir, chorar (no meu caso não é difícil porque choro sempre no cinema, deve ter um qualqer efeito catárquico em mim), pensar na vida e nas relações (pelo menos a mim que vejo os filmes, pondo-me no lugar de todas as personagens). A certo ponto a Kate Winslet diz algo que ainda me está a tilintar na cabeça: um deveria ser personagem principal na própria vida, não?
De facto às vezes tenho a sensação que sou uma mera espectadora da minha vida ou actriz secundária, que a história decorreria da mesma forma se eu não estivesse . É estranho sentir-me incomodada na minha própria pele, carregar o peso de chegar sempre em 2º, de ficar sempre aquém das expectativas... E é mais estranho porque esta crítica sou eu que a faço, esta realidade sou eu que a interpreto assim e não os outros (embora me esteja lpouco lixando para o que os outros pensam de mim).
Acho que preciso de férias, férias de mim mesma.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2006

terça-feira, 5 de dezembro de 2006

Seasons of love

http://www.youtube.com/watch?v=hj7LRuusFqo&mode=related&search=

Esta é para ti P., com o meu muito obrigada por tudo.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

Home sweet home

Where exactly is home? How do you know for sure?
Some might say it's wherever you lay your hat, the romantics believe it's where your heart is, but can't your heart and hat be divided? Or is it that we never feel really acomplished in our own shoes?
I have 2 physical homes: one for the hat, other for the heart and seldomly they're the same.
A friend of mine says that home is where you feel at peace, which is a great thought considering that could be a spring day in the middle of winter, an afternoon walk by the sea, the sunset we elope to witness, a song that touches ours hearts, a memory shared among friends... home can be all this, or just your arms.

Gosto de ti

Gosto...
do teu olhar sincero, da tua pele que me enlouquece, do teu cheiro que permanece no meu corpo depois de fazermos amor, do teu sabor adocicado, do teu sorriso de menino maroto, dos teus braços de homem que me fazem sentir segura, do teu peito onde bate um coração que sei ser meu, do teu sexo que reage instintivamente ao meu corpo.

Gosto...
de te ver dormir sereno, de te ter nos meus braços para te proteger, de adormecer com o teu peito colado às minhas costas, de pousar a cabeça no teu peito e fechar o mundo lá fora, de te ver nu, de te provocar só para dizeres que te ponho tolo, de andar de mão dada contigo, dos teus beijos, de me aninhar no teu colo, que me dispas e gostes do meu corpo, de tomar banho contigo, de sentir saudades quando não estamos juntos, de fazer amor contigo, de te acariciar a face, de te dar prazer.

Gosto...
quando dizes que me amas, quando ficas à espera dos meus telefonemas, quando me beijas e as nossas bocas pedem mais, quando estamos juntos em silêncio e só o amor que nos une fala, quando fazemos amor e tudo o resto perde importância, quando me dizes que sou bonita, quando te apanho a olhar para mim sem razão aparente, quando tens saudades minhas, quando me limpas as lágrimas, quando dizes que queres ficar comigo para sempre.

Gosto de gostar de ti e gosto que gostes de mim.

14 Fevereiro 2004

Viva o cinema!!!

Pela 1ª vez na minha vida fui ao cinema sozinha, o que para uma fanática como eu é estranho. Em termos pessaois a única diferença que destaco é não ter com quem comentar as cenas, partilhar o momento. Porque a verdade é que se vemos um filme no recato do lar não sentimos essa necessidade, dado que com certeza muita gente já o viu. Ora no cinema não, existe o factor surpresa da história, interpretações, realização, é algo sempre novo e custa não ter com quem dividir isso. Sim porque não é bonito ligar aos amigos numa de partilha e estragar-lhes a surpresa, contando a história. De qualquer maneira a experiência está aprovada e é para repetir amiúde, porque cinema é sempre um prazer e aquele ecrã gigante é de acto mágico. Ah e para os curiosos, fui ver o novo Bond e recomendo vivamente... a história tem algo de diferente já que nos mostra o início do mito, as cenas de acção são bem conseguidas, a música mais uma vez não desilude e o Daniel Craig... Os loiros não fazem o meu género, mas este tem tudo que gosto, não é bonito, mas tem ar de homem, tem aquele ar sacana incrivelmente charmoso e é simplesmente demasiado sexy para se deixar escapar a oportunidade.

sábado, 2 de dezembro de 2006

It takes two


Não há nada mais português que a saudade...

Te hecho de menos.
I miss you.
Ich vermisse Sie.
A saudade não se traduz, não se define, só se sente como uma força que nos transcende.
Os meus olhos reflectem imagens tuas, por cada canto suspiro memórias e caminho estradas percorridas a dois, tudo para te sentir mais perto, para abafar esta saudade que grita por ti e me enlouquece.