segunda-feira, 18 de dezembro de 2006

domingo, 17 de dezembro de 2006

Mea Culpa

Como a inveja é um sentimento muito feio, venho por este meio, e com a maior das vergonhas, apresentar o meu Mea Culpa.
Alguma vez passaram por situações em que ficam terrivelmente felizes por alguém e ao mesmo tempo não conseguem deixar de ter inveja? Não uma inveja má, negativa, mais aquela onda de eu também queria Pois eu também e sinto-me no lodo por isso.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

Every chance taken is another chance to win...

Sim, eu sei... sou pessimista, insegura, chata... e depois de todo o drama, mais uma vez consegui.
Por isso este post é para vocês meus adorados amigos, por me apoiarem, por me aturarem, por acreditarem em mim.
Mas é especialmente para ti amor por gostares de mim como sou e me dares sempre força para enfrentar mais uma batalha.
Como diria Corneille "To win without risk is to triumph without glory", por isso arrisquemos que a vida é apenas um jogo.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2006

"Tabacaria" - Álvaro de Campos

Porque há pessoas que nos expressam melhor que nós próprios...

"Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo. (...)
Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer (...)
Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada. (...)
Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos! (...)
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta,
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada. (...)
Fiz de mim o que não soube
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me. (...)"

Apesar de o ter relido milhões de vezes, não consigo controlar ou ultrapassar o aperto no peito e calafrio na espinha, o sentimento de estar despida, de alma nua frente ao espelho julgando-me a mim mesma.

E para quem quiser lê-lo em todo o esplendor: http://www.revista.agulha.nom.br/facam08.html


terça-feira, 12 de dezembro de 2006

O guarda roupa cheio e nada para vestir...

... Conhecem a sensação? Pois é, sou assim quando estou nervosa.
Não é uma questão fútil de pobe de mim que nada me serve ou ai não tenho roupa nova, é mais o problema de precisarem de se sentir um must em certo momneto ou situação e para isso terem de estar seguros, confiantes.
Ora isso também advém da roupa que escolhemos, se nos sentirmos confortáveis na nossa pele vamos irradiar uma maior confiança e inclusive beleza.
Só que nestes momentos experimento os trapos todos e em todos me sinto mal (a frase correcta seria "sinto-me uma vaca gorda", mas os meus amigos e namorado não gostam que diga isso). A única coisa que ganho com isso é stress, o que me dá insónias e inchaço.
Estes são os únicos momentos em que preferia ser homem: fato+gravata=perfeito. Que raiva!!!

segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

sábado, 9 de dezembro de 2006

Alguém quer uma enxaqueca gigante?????