quinta-feira, 28 de abril de 2011

As minhas amigas são do melhor que há...

e têm talento para dar e vender.

Com jeitinho, pedi à R.C. que usasse esse talento para me fazer uns colares porreirinhos.

Mandei-lhe umas fotos e umas indicações manhosas das cores e tal e ela faz-me esta obra de arte.

Obrigada amiga!

Não entendo...

como esta gente continua a morar naquela terra sabendo que a cada ano terá de enfrentar mais um furacão ou sismo ou coisa que tal.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Assim também eu..



Tivesse eu uns lábios assim e não saia de casa sem batom e de preferência vermelho!



Biba a Francesinha carago!

A nossa iguaria foi reconhecida como uma das melhores 10 sandwiches a nível mundial! A notícia aqui.
Hip hip hurray!

terça-feira, 26 de abril de 2011

Os meus vícios... #9

A última fábrica a produzir máquinas de escrever em todo o mundo fechou as portas e isso custa-me.
Desde pequena que me fascinava aquele tac tac tac das teclas, os rolos, o papel químico, as tiras de corrector... Existe entre o escritor e a máquina uma intimidade que os computadores com todas as suas maravilhas não conseguem reproduzir. A máquina de escrever encerra um mundo mágico, onde as ideias e pensamentos ganham forma, corpo e vida.
Como jornalista de formação e apaixonada pela escrita desde sempre, hoje é um dia triste.

Post fútil do dia

Não sou uma moça muito dada a carteiras (aka malas para a malta do sul), mas a nova colecção da Accessorize é capaz de me pôr a pensar 2 vezes!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Facto #45

Num dia em que digas muitas vezes 'isto é que é vida', espera pacientemente porque ainda há muitos vidros para quebrar!

Páscoa versão cá da casa!

Feijoada, caipirinha, brownies e dulce 3 leches! Viva a globalização!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

podia ser pior...

Hoje enchafurdei-me de chocolate quase ao ponto do enjôo.
E se isso é péssimo para a dieta, fez muito bem à alma.

Mas perguntam vocês que motivo superior se esconde por detrás desta minha súbita falta de força de vontade... não querendo sacudir totalmente a água do capote, eu aponto o dedo à minha chefe que mais uma vez decidiu foder a cabeça a toda a gente porque sim, sem razões concretas, porque goza de uma qualquer transcendental imunidade e as regras de conduta social e profissional aparentemente não se lhe aplicam.