terça-feira, 3 de maio de 2011

Considerações sobre Copenhaga:

- Agora entendo porque os dinamarqueses estão sempre bronzeados;
- Não se deve beber chá naquela terra, considerando a falta dele que se nota nas pessoas;
- Talvez seja culpa das raízes vikings, mas aquele povo é realmente bonito,
- Devia ser proibido haver ciclovias;
- É preciso ser muito rico para morar ali;
- Respira-se qualidade de vida no centro da cidade e principalmente nos canais,
- Igrejas fechadas ao domingo é coisa que me causa espécie;
- Despir em público, assim como sentar no chão no meio da rua é normal e ninguém repara;
- Se quereis café, mais vale pedir antes do almoço ao tempo que demora a servir;
- Por mais longe que eu vá, encontro sempre outro tuga.

Copenhaga











Ideias parvas que me vêm à cabeça

Quando os amigos vão a aulas de Pilates diz-se que foram 'pilatar'!

domingo, 1 de maio de 2011

Abril

Filmes:
Atonement
Ladykillers

Viagens:
Copenhaga

Livros:
Olivia Joules and the Overactive Imagination (Helen Fielding)

e também as 4 séries completas do Secret Diary of a London Call Girl

quinta-feira, 28 de abril de 2011

As minhas amigas são do melhor que há...

e têm talento para dar e vender.

Com jeitinho, pedi à R.C. que usasse esse talento para me fazer uns colares porreirinhos.

Mandei-lhe umas fotos e umas indicações manhosas das cores e tal e ela faz-me esta obra de arte.

Obrigada amiga!

Não entendo...

como esta gente continua a morar naquela terra sabendo que a cada ano terá de enfrentar mais um furacão ou sismo ou coisa que tal.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Assim também eu..



Tivesse eu uns lábios assim e não saia de casa sem batom e de preferência vermelho!



Biba a Francesinha carago!

A nossa iguaria foi reconhecida como uma das melhores 10 sandwiches a nível mundial! A notícia aqui.
Hip hip hurray!

terça-feira, 26 de abril de 2011

Os meus vícios... #9

A última fábrica a produzir máquinas de escrever em todo o mundo fechou as portas e isso custa-me.
Desde pequena que me fascinava aquele tac tac tac das teclas, os rolos, o papel químico, as tiras de corrector... Existe entre o escritor e a máquina uma intimidade que os computadores com todas as suas maravilhas não conseguem reproduzir. A máquina de escrever encerra um mundo mágico, onde as ideias e pensamentos ganham forma, corpo e vida.
Como jornalista de formação e apaixonada pela escrita desde sempre, hoje é um dia triste.