domingo, 12 de junho de 2011

Viva a RTP Multimédia

que agora estou aqui a curtir as marchas populares!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Closure can be a beautiful thing

Valeu a pena a espera

Hoje tenho outra vez 12 anos e um sorriso parvo na cara.
Foi mais ou menos em 92/93 que me apaixonei por 5 moços de Manchester chamados Take That.
Coleccionei tudo o que pude até ao ponto de ter um inventário para as coisas deles! Em Julho de 95 o Robbie abandonou o grupo e eu sofri como se me tivessem roubado um irmão. Mas pior foi a 13 de Fevereiro de 96, aquela malfadada terça-feira em que os Take That anunciaram a separação. Chorei como uma condenada, e como adolescente que era, achei que o mundo acabava ali e não havia futuro possível para a minha existência sem eles.
Depois acompanhei as carreiras a solo, vi o Gary ao vivo no Coliseu do Porto, depois o Robbie no Pavilhão Atlântico, mas a paixão foi-se desvanecendo.
Quando o grupo se reuniu em Maio de 2006 eu fiquei contente como quando revemos um bom amigo de infância passados muitos anos. Nessa altura e por problemas com os bilhetes não os consegui ver... devia ser o destino!
Para os meus 30 anos uma amiga ofereceu-me o bilhete e hoje, demasiados anos depois e com os 5 membros do grupo reunidos eu vi Take That ao vivo pela 1ª vez e chorei e ri e cantei e dancei e gritei e fui muito feliz.
Valeu a pena a chuva, as horas de pé, ir sozinha... só me faltaram vocês (Quel e Bia) para a noite ser perfeita.
Hoje tenho outra vez 12 anos e esta conquista ninguém me tira!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

...

eu já disse aqui as saudades que tenho de tacões?

segunda-feira, 6 de junho de 2011

The whole world stares so I swallow the fear

Cansaço é...

nem sequer me apetecer ver filmes.

domingo, 5 de junho de 2011

Não me venham com manifs...

para depois a abstenção ser superior a 40%!

sábado, 4 de junho de 2011

Luto

Depois de mais de 15 anos as minhas Nike Triax Air vermelhas morreram de vez... a sola está a esmigalhar-se, as câmaras de ar foram à vida e eu quase tenho vontade de chorar por me desfazer delas. Serão sempre as minhas Nike vermelhas, as que marcam a concretização da relação de amor com essa cor que me dá nome.