terça-feira, 5 de março de 2013

Vá, atirem pedras

Vi o Argo e ainda não percebi o fascínio. A história é boa, porque o é, principalmente sendo verídica, mas o filme é apenas mais um filme. Não vi nada de extraordinário, nada de melhor do ano, nada digno de óscar. Por isso atirem pedras que eu sou uma herege que não vai em carneiradas políticas (cruz credo as coisas que eu digo, como se a academia desse prémios de forma política!).
Quanto ao Ben Affleck... ainda me esquartejam aqui, mas fez jus à falta de talento como actor que sempre lhe reconheci. Está mais uma vez igual a todos os outros filmes em que entrou (cujo casting falhou ao ponto de o escolherem). Neste ainda assim, encaixa-lhe bem o papel, porque não há muito a dizer e a personagem passa a maior parte do filme monocórdica, aborrecida e desprovida de qualquer emoção. E se isso não é o Ben...
Por isso Argo fuck yourself!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

a minha vida repete-se...

li os meus posts de fevereiro do ano passado e só tenho uma coisa a dizer: Dejá Vu

domingo, 24 de fevereiro de 2013

I wonder...

maybe I left too early...

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Oh shit!

Now the safety net is gone, I realise how thin the wire I walk on is...

domingo, 17 de fevereiro de 2013

A delight

Gosto de pessoas interessantes, palavras caras, boas histórias, prosa fluente. Tenho amigos cujas conversas me elevam a alma. *

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Só posso ser masoquista...

1. Sigo no facebook tudo que é página de associação animal e tento partilhar e ajudar sempre que possível alguns dos casos. Mas ler aquelas histórias de crueldade humana, ver aqueles olhinhos tristes e assustados dá-me palpitações, põe-me a chorar que nem Maria Madalena e desperta uma raiva que facilmente me categorizaria de próxima-na-lista-do-vai-se-passar-dos-cornos-e-matar-criaturas-que-se-dizem-humanas. Deixemo-nes de merdas, não querem os bichos entreguem a uma instituição, deixá-los a morrer à fome num campo qualquer ou atirá-los para uma estrada é que faz de vocês uns monstros.

2. Tenho mais quilos instalados nos ossos que as minhas amigas que estão grávidas de 9 meses (não, não estou a exagerar, é mesmo assim), mas decido ir ver roupa só para confirmar que não há merda nenhuma que me assente. E por mais que eu tente interiorizar que a culpa é do corte da roupa, eu não sou parva e tenho espelhos para ver o tamanho da peida e da pança que carrego comigo.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Às vezes...

não tenho palavras para me expressar, para justificar certas solidões, mas também não sei entender certas pessoas, situações, escolhas. Tenho amigos perto e longe e às vezes só existem os que estão longe, porque os próximos são miragens.
Conheço-me e aceito as culpas, de qualquer maneira as costas são largas. Sinto as falhas, apalpo a impotência face a factos reais, tangentes.
Como diria um amigo, às vezes sinto-me como os Nickelback no Ermal.