sexta-feira, 20 de junho de 2014

Throw in the towel

i feel lost and anguished like a teenager that questions even the existence... my world has been shaken, torn and broken yet again... the past that i thought was dead, was simply buried and has returned to once again cause damage, kill life and hurt those i care for... i feel helpless and defeated more than ever before...

esta coisa de recomeçar, reconstruir, partir do zero torna-se cansativa quando repetida vezes de mais. deixa marcas. vai recalcando e espremendo uma acidez que corrói por dentro.

deixem-me ser amarga e cínica e tudo o mais que me vou tornando... tenho razões, acreditem que tenho razões que justifiquem isso e mais.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

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alone in a sea of people

quarta-feira, 19 de março de 2014

Pais há muitos...

Todas as pessoas têm um pai, algumas mais que um. Há bons e maus, mas não os há perfeitos e ainda bem. E cada um de nós acha que o nosso é melhor que o do vizinho, todos temos memórias e para mim este dia é isso... O pequeno almoço na cama, os gelados na pasolini, as visitas ao jardim zoológico nos dias de nevoeiro, o nadar com a cabeça de fora, os almoços na mesa do canto no ernesto, os filmes no águia d'ouro, os rallys, o nosso benfica, a subida à serra da estrela, a casinha de madeira, o museu da rádio... porque ser pai é isto. É criar momentos únicos, recordações que valem pela dedicação, pela presença... porque ser pai é criar tempo. Obrigada

Assinado: a tua baixinha

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Cúmulo do cansaço

só agora reparei que foram anunciados os candidatos aos Óscares!

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

humpf

acho que perdi o gosto de escrever...

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

1998 - Outubro 2013

Encontrei-te na paragem do 3 no meu ano de caloira e assim foste baptizada. Eras pequenina, medrosa e super meiga. Depois de banho, comida, e de te cortar os nós amaranhados de pêlo, foste para a rua do almada enquanto te procuráva uma casa. Ficaste 15 anos... até hoje.
Gostavas de espicaçar a fôfa para ladrar aos gatos, mas depois até os deixavas dormir na tua cama. Nunca deixaste de ser medricas, mas nos últimos anos já mostravas a barriguinha para ter mais festas. Eras a rainha dos beijinhos e o colo da 'patroa' era o teu lar.
Até sempre caloira, até sempre 'loirinha'. Beijos da tua menina!

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Porque a maior tristeza é pelos amigos

hoje pesa-me a alma por ti, pelo fechar de um ciclo... ficam-nos as memórias e, se isso não chegar para acalentar a dor, ficamos nós que sem esse ciclo não nos teríamos. Força I, força ao cubo hoje e sempre