segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Os headphones não são meus amigos...

passam a vida enrodilhados como que para evitar o seu uso e me dificultar a vida.

mas um bom decote também ajuda

De locais emocionais

Nas chegadas, os sorrisos, as lágrimas de alegria, os abraços, a efusividade... nas partidas, a saudade antecipada, o nó na garganta, os desejos de felicidade... tudo isto é tão nú, tão real. Quando me sento num avião experimento um turbilhão de emoções, independentemente de para onde estou a viajar. Existe sempre um misto de alegria e de estranheza, as emoçoes ficam à flor da pele, porque sabemos que vamos ver alguém que amamos, ou regressar ao conforto do lar, ou conhecer novos locais e culturas, ou relaxar ao sol... Acho que os aeroportos acabam por ser encubadoras de sentimentos e ao mesmo tempo tela de exposição dos mesmos.

Das dualidades da vida...

Por um lado adoro sapatos... por outro sou poupadinha (ou Tio Patinhas na opinião dos meus amigos!).
Achava eu que tinha muito calçado, quando ao visitar a casa de uma amiga, notei que ela tem mais pares que eu e a outra amiga que me acompanhava comentou: "só estes?". Perante isto, descobri que afinal não tenho assim tantos, especialmente tendo em consideração a minha paixão. E começo a achar que a piada do Tio Patinhas pode ser mais verdadeira do que pensava!!!

Dos fins de semana com os amigos...

Tivemos aventuras radicais, lágrimas e gargalhadas, ataques de pânico e de exaustão, instrutores fantásticos, operacões de resgate e salvamento, caipirinhas, comidinha boazinha, banhos de 30 minutos, pontes que abanavam, bidões agressivos, camas que chiavam, malta friorenta no único quarto sem cobertor, muito divertimento e tempo de qualidade. 
Sabe tão bem estar assim com os amigos...

  
 
 

 

Perguntas de retórica #16

fezada (fé + -z- + -ada)

s. f. [Informal]  Grande fé ou convicção.

Às vezes acontece, vem à tola um número e por tudo que seja sagrado é aquele que queremos. Vira-se meia cidade do avesso, entra-se em todas as casas de lotaria e nada, todos os números menos aquele. Depois, no meio da rua um senhor anúncia o nosso número para andar no dia seguinte e lá apartamos com a guita. No dia seguinte anda a roda e nada, nem uma terminação, nem perto sequer.
Por isso pergunto as fezadas afinal servem para quê?

domingo, 2 de outubro de 2011

Que me perdoe a Doc Martens...

mas a Panama Jack roubou-me o coração à primeira vista.

Do ser turista

turista 

s. 2 g.
Pessoa que viaja por diversão ou recreio dentro ou fora do país.


O meu Porto estava carregadinho deles, línguas estrangeiras, mochilas carregadas, máquinas fotográficas a tiracolo, deslumbrados com a cidade e felizes como tudo ao sol nas espalnadas a malhar umas bejecas fresquinhas. Eu quis fazer o mesmo, ser turista na minha terra, tirei fotos, bebi uma café no majestic, fiz compras, mas não é a mesma coisa. Apesar do Porto já não ser a minha casa - sou anterior aos bares das galerias paris, às lojas alternativas na rua do almada, à avenida dos aliados desolada, às lojas vintage e aos hostels - ainda olho a cidade com a mesma intimidade que se tem com um ex que ficou amigo e a quem conhecemos os pequenos gestos. E para a próxima vou eternizar mais coisas, quero relembrar as escadas do Có de Sal, a praça da Batalha, os jardins do Palácio, os Clérigos, a Foz, o mercado do Bolhão... quero eternizar estas memórias em fotos, renovar esta intimidade que transparece no sotaque que se acentua em certos momentos.










é a Irina pra tudo, já enjoa

ela é anúncios de televisão, imprensa e o raio. numa das revistas que comprei nas férias (e que tem dez mil páginas de publicidade), a moça aparece em 3 páginas seguidas em publicidades diferentes. Cuidado Irina que a imagem também se gasta.